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Já passou da hora de falarmos do camisa 6

O tão sonhado título da Copa Libertadores América 2017 chegou precocemente ao fim. E assim como na Copa do Brasil, há apenas 15 dias, a desclassificação teve contribuição considerável de uma mesma pessoa: o camisa 6 (por questões de intolerância futebolística não vou citar o seu nome).

Para alguns torcedores e companheiros de elenco, culpá-lo pelos dois vexames quinzenais é injustiça. Afinal, o mesmo não atua sozinho. No entanto, se pararmos para pensar nos motivos que justifiquem a sua manutenção no elenco, vamos concluir que não há fundamento algum pra isso.  EgidioII

Desde que chegou ao Palmeiras, em 31 de março de 2015, a única partida digna de elogios ao tal lateral-esquerdo foi frente ao São Paulo, três meses depois de sua contratação. Na ocasião, o Palmeiras venceu por 4 a 0 e ele, milagrosamente, foi o autor de três assistências.

Exceto essa partida, o camisa 6 tem sido a peça de maior vulnerabilidade do Palmeiras. E a maior evidência disso é que Zé Roberto, com mais de 40 anos, o colocou sentadinho no banco de reservas e ajudou a equipe nas conquistas da Copa do Brasil de 2015 e do Campeonato Brasileiro de 2016. Porém, neste ano a idade pesou e Zé pediu para não atuar mais neste setor do campo.

LIMITADO E SEM CONFIANÇA

Com a escolha do veterano, a titularidade caiu no colo do camisa 6. E foi aí que ele comprovou, definitivamente, toda a sua limitação técnica. Sei lá por quem, o lateral foi intitulado como especialista em bolas paradas e assistências. Contudo, se analisarmos o índice de acertos em cobranças de faltas, escanteios e cruzamentos veremos que o seu aproveitamento é absurdamente pífio.

Inclusive, ouso dizer que o seu desempenho pelo Palmeiras é tão insignificante quanto foram os de Lúcio, Juninho Pampers, Gerley, Misso e outros. Mas com um agravante: os nomes citados nunca tiveram ao lado jogadores tão qualificados como o camisa 6 tem, e teve, desde que desembarcou no Allianz Parque.

Se toda a sua deficiência técnica não fosse suficiente, há tempos o atleta joga sem um pingo de confiança, devido às suas próprias falhas. Aí, somamos essa insegurança pessoal com todo o medo que a torcida tem ao vê-lo se aproximar da bola, e estaremos diante do combo da negatividade, que culminou com o seu protagonismo no fracasso da equipe na atual temporada.

Por mais personalidade que tenha tido nas cobranças de pênaltis diante do Barcelona de Guaiaquil, o camisa 6 não pode ser poupado de pesadas críticas ou de severas punições da diretoria. Afinal, o Clube fez investimentos financeiros visando lucros com a conquista de títulos e o protagonista do fracasso, por erros individuais, trouxe imensos prejuízos econômicos à instituição.

Em qualquer outro âmbito profissional, falhas tão relevantes de um empregado resultariam em uma demissão por justa causa. Portanto, por mais gente boa que o camisa 6 seja, já passou da hora de falarmos de sua dispensa.

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