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Adaptado e apoiado, Miguel Borja voltará a brilhar, em 2018

Em 11 de fevereiro, o atacante Miguel Angel Borja, comprado por R$ 33 milhões, completa um ano de Palmeiras. E, obviamente, não há um palmeirense na terra satisfeito com o desempenho do colombiano. Por conta dos números frustrantes – 43 jogos e apenas 10 gols -, incontáveis foram as vezes que em 2016 o torcedor perdeu a paciência e pediu a saída do atacante. Até doá-lo à Portuguesa foi sugerido.
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No entanto, o decepcionante ano do nosso centroavante ficou pra trás. A hora é de virarmos a página. E quando digo virarmos, digo nós, torcedores, e, é claro, Borja. Sei que por várias vezes, assim como criticava, a torcida apoiou o atacante pedindo a sua entrada na equipe e relevou erros grotescos. Mas, neste início de 2018, temos que esquecer a corneta e lembrarmos apenas de incentivar o nosso camisa 9.

A temporada de adaptação ao futebol brasileiro terminou. E, sentindo-se acolhido pela torcida, é inevitável que o Rei da América de 2016 volte a ser o artilheiro que foi com a camisa do Atlético Nacional de Medellín.

Uma prova disso, é que quase na reta final do Campeonato Brasileiro do ano passado, Borja – bem longe do ideal e daquilo que todos nós esperamos dele – demonstrou alguns indícios de melhoras. Ou seja, a tendência é que com uma sequência de jogos, sem pressão das arquibancadas, o jogador decole.

Tudo bem, eu vi que no primeiro jogo-treino do ano, frente ao Atibaia, na Academia de Futebol, quinta-feira (11), Borja, literalmente, pisou na bola, após passe de Lucas Lima, e caiu ridiculamente no gramado. Mas ignoremos isso.

Junto com o venezuelano Alejandro Guerra, o colombiano teve uma semana a mais de férias em relação ao restante do elenco e, provavelmente, está sem tempo de bola.

Borja3

O que realmente precisa importar para nós, torcedores, é o desempenho do jogador a partir da sexta, sétima ou oitava rodada do Campeonato Paulista, e da fase de grupos da Copa Libertadores. Antes disso, é tudo período de pré-temporada.

Portanto, completamente conformados de que Borja não é o Gabriel Jesus da Colômbia, tampouco vai fazer aquilo que camisa 33 fez com a camisa do Palmeiras, vamos abraçá-lo e acreditar no seu potencial para comemorarmos a sua volta por cima e as vitórias às quais seus gols levarão o Verdão em 2018

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