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Sem fome de título, Palmeiras vacila em 38% do Brasileiro e dispensa liderança

Passados 36 dias de distância, devido a parada para a Copa do Mundo, o torcedor do Palmeiras imaginou que a noite desta quinta-feira (19), diante do Santos, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro, marcaria o reencontro da equipe com as vitórias e com o bom futebol. A conquista dos três pontos até esteve perto de acontecer. A apresentação elogiável, em determinados momentos, também tentou dar as caras. Mas não deu. No final do jogo tudo terminou em um frustrante empate por 1 a 1.

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Foto: Marcelo Brandão/Click_Parmera

E o resultado deve sim ser considerado decepcionante, porque foi a quinta vez nesta competição – veja o quadro abaixo – que o Palmeiras esteve à frente do adversário no placar, e não soube ser agudo o suficiente para sair de campo com a vitória. Em quatro delas cedeu o empate e em uma, em casa, diante do Sport, a virada.

Isso significa que em 38% deste Campeonato Brasileiro a equipe subiu no salto alto certa de que estava com a vitória nas mãos, mas não teve capacidade e determinação de assegurá-la.

Se pararmos para analisar esse desempenho, constataremos que de 15 pontos disputados o Palmeiras conquistou apenas quatro. Ou seja, desperdiçou nove pontos. Tivesse o time confirmado essas vitórias, o Palmeiras teria, neste momento, 31 pontos e seria líder da competição, com quatro pontos a mais do que Flamengo, líder do campeonato. Convenhamos, números bem mais interessantes do que os atuais 20 pontos e a decepcionante sétima posição.

O mais preocupante é que essas vaciladas aconteceram nas últimas três rodadas e os discursos de Roger Machado e de parte da equipe são sempre de que está tudo dentro das conformidades, e que os adversários têm os seus méritos.

Concordo que os rivais merecem reconhecimento, afinal eles também não querem perder. Porém, não podemos considerar normal essa manutenção de erros em um período tão curto.

É preciso seriedade e intensidade depois de construir uma vantagem mínima para acabar com o ímpeto dos adversários. É preciso parar de adotar somente os contra-ataques depois abrir o placar. É preciso parar de sentar em cima da bola à espera do apito final. É preciso não afrouxar a marcação por preguiça ou soberba. É preciso respeitar o adversário buscando cada vez mais gols, como discursava Roger Machado diante dos limitados times do Campeonato Paulista.

E olha que há exemplos de que esse time pode fazer essas coisas. Vide os jogos contra Atlético/PR, Grêmio e Bahia.

No entanto, se esses erros não forem corrigidos rapidamente, a missão cada vez mais difícil de conquistar o Campeonato Brasileiro irá se estender à Copa do Brasil e à Taça Libertadores.

Que jogadores e comissão técnica tenham decretado fim à cota de vacilos no ano e usem essas falhas como aprendizado para a conquista de coisas grandes ainda nesta temporada.

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